sábado, 21 de novembro de 2009


Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos,

e não tivesse amor,

seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profecia,

e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência,

e ainda que tivesse toda a fé,

de maneira tal que transportasse os montes,

e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres,

e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado,

e não tivesse amor,nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno;

o amor não é invejoso;

o amor não trata com leviandade,não se ensoberbece.

Não se porta com indecência,não busca os seus interesses,não se irrita, não suspeita mal;

Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas;havendo línguas, cessarão;havendo ciência, desaparecerá;

Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

Mas, quando vier o que é perfeito,

então o que o é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face;

agora conheço em parte,mas então conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

(Coríntios 13)

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